Apesar desse desconforto momentâneo que paira em sua mente, tente respirar profundamente, acalmar-se, fechar os olhos e imaginar as dezenas de obstáculos enfrentados por uma folha no simples ato de cair de uma árvore em uma tarde fria de outono. (agora já pode parar de imaginar porque não é esse o assunto do texto)
Muitas pessoas adoram o verão, época de calor, sol, praia, bebidas geladas e poucas roupas; outras preferem o inverno, aquele tempo bem frio, congelante a ponto de muitas vezes te desanimar a sair de casa, chocolate quente e afins. Eu particularmente gosto das estações ‘esquecidas’. Poderia passar horas escrevendo sobre a primavera e sobre o outono, tentando reproduzir o real sob a minha visão, mas não é isso que importa.
AAAAH as quatro estações . . . tão naturais, tão bonitas, tão diferentes e ao mesmo tempo tão parecidas, tão independentes e ao mesmo tempo tão interligadas, tão mágicas e cheias de histórias para contar, tão cheias de adjetivos.
As estações descrevem todo um cenário, elas são responsáveis por todo um enredo, por todo o contexto de um filme, toda a história de um livro, toda imagem que fica guardada na tua memória. Sabe aquela imagem dos amigos reunidos a beira da piscina? Culpe o verão. Sabe aquela imagem das pessoas bem unidas, tomando um café quente perto de uma lareira? Culpe o inverno. Sabe aquela imagem de um dia chuvoso em que você teve de procurar um abrigo para não se molhar ou aquela imagem de um dia monótono em que você apenas jogou conversa fora? Culpe a primavera, culpe o outono, culpe as estações . . .
Sabe aquele dia em que você ficou em casa, sem nem sequer olhar para o lado de fora? Culpe a si mesmo, pois foi um dia em que você não vivenciou a magia das estações.

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